sábado, abril 21, 2012
Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!
IMPORTANTE: 6 de Maio de 2012 - Stand da BIZÂNCIO, na Feira do Livro em Lisboa.
O Jorge Pereira/Rafeiro Perfumado está lá para dar autografos (ou mordidas, dependendo da qualidade do presunto) ]:-D
E saiu o 3º (sim TERCEIRO, seus distraídos) livro de uma das almas favoritas do Inferno - Jorge Pereira aka Rafeiro Perfumado - e foi uma surpresa, até para o próprio.
Sei que o livro está cheio de bons textos, com aquele sarcasmo saudável a que o Jorge nos habituou ao longo do anos. Ele vê o mundo de forma interventiva, não se conformando com o carneirismo nacional.
Ainda não lhe coloquei as manoplas em cima (do livro, porque do Rafeiro nem quero por, ou arrisco-me a severas arranhadelas da Gata), mas sei que alguns dos melhores textos até ficaram de fora, porque, na editora Bizâncio, deve por lá pairar o espírito da Vossa Senhora das Tranças Longas, e todos os textos que tivessem a palavra "mamas", "peidola", "glândulas mamárias" ou algo parecido, foram censurados. Sim, CENSURADOS.
Mas que porra, alguém que conheça bem os textos do Jorge Pereira os imagina sem um grão de pimenta aqui, ali, ou acolá?
Mas ainda mais grave que este tipo de censura (no meu ponto de vista) é a editora Bizâncio não tratar os seus autores com a dignidade que lhes é devida.
Então colocam o livro na rua, sem um lançamento digno, onde o Autor esteja presente?? Bardamerda para vocês.
Eu vou comprar o livro (se calhar até mais do que um, já a pensar nas festas de Solstício de Inverno), mas é mesmo pelo Jorge, e porque os textos valem a pena ser lidos.
A Bizâncio sucks.
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quarta-feira, abril 18, 2012
Diferentes
DIFERENTES
1ª página
1ª vinheta e 2ª vinheta, lado a lado
1ª vinheta
Vê-se um dragão pequeno, muito colorido, mas triste, a fungar, enroscado no chão na reentrância de uma rocha, com alguma vegetação em volta.
Dragão – sniff porquê eu?
2ª vinheta
Vê-se um menino, albino, de calções, t-shirt, ténis, sentado com os joelhos puxados até ao queixo, com os braços à volta dos joelhos, debaixo de uma árvore, numa floresta (jardim denso).
Pedro – sniff porquê eu?
3ª vinheta (ao meio, ocupa o espaço de 2 vinhetas)
Dragão e Pedro estão em cada extremo da vinheta, e cada um ouve o “sniff porquê eu?” do outro, e fazem um ar muito espantado. (como se agissem em espelho)
4ª e 5ª vinheta, lado a lado
4ª vinheta
Dragão levanta-se e dirige-se ao som, cautelosamente.
5ª vinheta
Pedro levanta-se e dirige-se ao som, cautelosamente.
Nota: Liberdade total quanto ao ambiente, arvores, relva, rochas, borboletas, pássaros, vegetação diversa.
2ª Página
1ª vinheta
(descrição do ambiente)
O dragão levanta-se e caminha cautelosamente entre a vegetação em direcção à voz que ouviu, e pergunta-se:
- Será outro dragão?
2ª vinheta
(descrição do ambiente)
Pedro levanta-se e dirige-se a uma parte de vegetação mais densa, de onde veio a voz que ouviu, vai afastando a mesma com as mãos, e pergunta-se:
- Quem será que está a chorar, escondido, na floresta?
3ª vinheta ao meio, ocupando o lugar de 2 vinhetas
(descrição do ambiente)
Um riacho ladeado por pequenos tufos de ervas, flores, e vegetação rasteira, além das árvores (estamos num lugar que é o começo (ou fim, depende do lado que se olha) de uma floresta).
Pedro e o Dragão encontram-se, um em cada margem.
- O que és tu? (perguntam ambos ao mesmo tempo)
4ª vinheta
– Eu sou o Pedro, e sou um rapaz. Tu, tu és um dragão? Mas os dragões não existem! (Pedro está de olhos arregalados, muito espantado, com o ser que tinha à sua frente)
5ª vinheta
- Não existo? Essa é boa, para além de tudo, agora também não existo! (o dragão faz um ar muito desalentado, com os braços estendidos com as palmas das mãos viradas para cima, e a olhar para o céu. Está visivelmente triste)
3ª página
1ª vinheta
Pedro atravessa o riacho com os ténis e meias nas mãos.
P – Desculpa, não te queria por triste, é que eu nunca tinha visto um dragão, e muito menos sabia que os dragões eram tão bonitos.
2ª vinheta
O dragão espantado olha para o Pedro.
D – Achas-me bonito? Pois não sou, devia ter uma só cor, e olha para mim, pareço um arco-iris, e, sniffff, não cuspo fogo. Todos gozam comigo.
3ª vinheta ao meio, ocupando o lugar de 2 vinhetas
Já no outro lado do riacho frente a frente com o dragão, Pedro pega-lhe na pata (mão), e sorri.
- Eu não gozo contigo. Tu és muito bonito, e cuspir fogo não é assim muito importante. Há formas de fazer fogo sem ser a cuspir. Queres que te ensine?
- Quero pois! (o dragão limpa as lágrimas que entretanto lhe afloram aos olhos)
4ª vinheta
D – Mas e tu, porque choravas? Tu sim és bonito, só de uma cor, e tens olhos cor de fogo. (e põe a pata na cara de Pedro)
5ª vinheta
- Sou albino. Um humano sem cor. Sabes os humanos são cruéis com tudo o que foge ao “normal”, e a minha falta de cor não é normal. (e sorri tristemente)
- Mas queres que te ensine a fazer fogo ou não?
4ª página
1ª vinheta
Pedro tira do bolso dos calções uma lupa, e entrega-a ao dragão.
- Toma, ofereço-ta, com esta lupa consegues fazer fogo, mas só funciona se estiver sol. Estica a mão e deixa o sol passar através da lupa, faz isso em cima daquele ramo seco.
2ª vinheta
O dragão está de mão estendida com o sol a atravessar a lupa, e um raio a bater no ramo seco indicado na vinheta anterior.
D – Estás a ajudar-me e eu não posso fazer nada por ti, se pudesse dava-te uma das minhas cores, a que tu quisesses.
3ª vinheta que ocupa o resto da página
Estão ambos sentados, e já se vê uma fogueirinha a nascer no tal ramo seco, ambos riem felizes.
P – Podemos ser amigos?
D – Nós já somos amigos. O meu nome é Mil Cores.
No fundo página em epílogo, entre aspas escrever:
“Nós não somos diferentes. Somos especiais. Especialmente bonitos.
Escrevi assim, o resultado foi este . ]:-)
1ª página
1ª vinheta e 2ª vinheta, lado a lado
1ª vinheta
Vê-se um dragão pequeno, muito colorido, mas triste, a fungar, enroscado no chão na reentrância de uma rocha, com alguma vegetação em volta.
Dragão – sniff porquê eu?
2ª vinheta
Vê-se um menino, albino, de calções, t-shirt, ténis, sentado com os joelhos puxados até ao queixo, com os braços à volta dos joelhos, debaixo de uma árvore, numa floresta (jardim denso).
Pedro – sniff porquê eu?
3ª vinheta (ao meio, ocupa o espaço de 2 vinhetas)
Dragão e Pedro estão em cada extremo da vinheta, e cada um ouve o “sniff porquê eu?” do outro, e fazem um ar muito espantado. (como se agissem em espelho)
4ª e 5ª vinheta, lado a lado
4ª vinheta
Dragão levanta-se e dirige-se ao som, cautelosamente.
5ª vinheta
Pedro levanta-se e dirige-se ao som, cautelosamente.
Nota: Liberdade total quanto ao ambiente, arvores, relva, rochas, borboletas, pássaros, vegetação diversa.
2ª Página
1ª vinheta
(descrição do ambiente)
O dragão levanta-se e caminha cautelosamente entre a vegetação em direcção à voz que ouviu, e pergunta-se:
- Será outro dragão?
2ª vinheta
(descrição do ambiente)
Pedro levanta-se e dirige-se a uma parte de vegetação mais densa, de onde veio a voz que ouviu, vai afastando a mesma com as mãos, e pergunta-se:
- Quem será que está a chorar, escondido, na floresta?
3ª vinheta ao meio, ocupando o lugar de 2 vinhetas
(descrição do ambiente)
Um riacho ladeado por pequenos tufos de ervas, flores, e vegetação rasteira, além das árvores (estamos num lugar que é o começo (ou fim, depende do lado que se olha) de uma floresta).
Pedro e o Dragão encontram-se, um em cada margem.
- O que és tu? (perguntam ambos ao mesmo tempo)
4ª vinheta
– Eu sou o Pedro, e sou um rapaz. Tu, tu és um dragão? Mas os dragões não existem! (Pedro está de olhos arregalados, muito espantado, com o ser que tinha à sua frente)
5ª vinheta
- Não existo? Essa é boa, para além de tudo, agora também não existo! (o dragão faz um ar muito desalentado, com os braços estendidos com as palmas das mãos viradas para cima, e a olhar para o céu. Está visivelmente triste)
3ª página
1ª vinheta
Pedro atravessa o riacho com os ténis e meias nas mãos.
P – Desculpa, não te queria por triste, é que eu nunca tinha visto um dragão, e muito menos sabia que os dragões eram tão bonitos.
2ª vinheta
O dragão espantado olha para o Pedro.
D – Achas-me bonito? Pois não sou, devia ter uma só cor, e olha para mim, pareço um arco-iris, e, sniffff, não cuspo fogo. Todos gozam comigo.
3ª vinheta ao meio, ocupando o lugar de 2 vinhetas
Já no outro lado do riacho frente a frente com o dragão, Pedro pega-lhe na pata (mão), e sorri.
- Eu não gozo contigo. Tu és muito bonito, e cuspir fogo não é assim muito importante. Há formas de fazer fogo sem ser a cuspir. Queres que te ensine?
- Quero pois! (o dragão limpa as lágrimas que entretanto lhe afloram aos olhos)
4ª vinheta
D – Mas e tu, porque choravas? Tu sim és bonito, só de uma cor, e tens olhos cor de fogo. (e põe a pata na cara de Pedro)
5ª vinheta
- Sou albino. Um humano sem cor. Sabes os humanos são cruéis com tudo o que foge ao “normal”, e a minha falta de cor não é normal. (e sorri tristemente)
- Mas queres que te ensine a fazer fogo ou não?
4ª página
1ª vinheta
Pedro tira do bolso dos calções uma lupa, e entrega-a ao dragão.
- Toma, ofereço-ta, com esta lupa consegues fazer fogo, mas só funciona se estiver sol. Estica a mão e deixa o sol passar através da lupa, faz isso em cima daquele ramo seco.
2ª vinheta
O dragão está de mão estendida com o sol a atravessar a lupa, e um raio a bater no ramo seco indicado na vinheta anterior.
D – Estás a ajudar-me e eu não posso fazer nada por ti, se pudesse dava-te uma das minhas cores, a que tu quisesses.
3ª vinheta que ocupa o resto da página
Estão ambos sentados, e já se vê uma fogueirinha a nascer no tal ramo seco, ambos riem felizes.
P – Podemos ser amigos?
D – Nós já somos amigos. O meu nome é Mil Cores.
No fundo página em epílogo, entre aspas escrever:
“Nós não somos diferentes. Somos especiais. Especialmente bonitos.
Escrevi assim, o resultado foi este . ]:-)
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quarta-feira, abril 18, 2012
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segunda-feira, abril 09, 2012
Palavras incomuns
Gosto de palavras incomuns ]:-)
Alabregado;
Brocha; Broche (será o marido da Brocha?);
Carranchas (muito gostava eu, em criança, hoje não há quem possa);
Desalijar;
Écloga (esta, confesso, não conhecia);
Enxerga(há quem veja, e quem se deite);
Escano (ahhh como eu gostaria de ter o meu escano aqui na caverna);
Emboldregar-se;
Ferropeia;
Girote;
Gratidão (esta está tão em desuso que, suspeito, pouquíssimas almas sabem o que significa);
Hiante (também não conhecia);
Inanir;
Juvenca;
Lanho;
Lenho.
Há algumas que também não conhecem?? Façam como eu: Consultem um dicionário. ]:-D
Alabregado;
Brocha; Broche (será o marido da Brocha?);
Carranchas (muito gostava eu, em criança, hoje não há quem possa);
Desalijar;
Écloga (esta, confesso, não conhecia);
Enxerga(há quem veja, e quem se deite);
Escano (ahhh como eu gostaria de ter o meu escano aqui na caverna);
Emboldregar-se;
Ferropeia;
Girote;
Gratidão (esta está tão em desuso que, suspeito, pouquíssimas almas sabem o que significa);
Hiante (também não conhecia);
Inanir;
Juvenca;
Lanho;
Lenho.
Há algumas que também não conhecem?? Façam como eu: Consultem um dicionário. ]:-D
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segunda-feira, abril 02, 2012
Diferentes
Porque é importante que os humanos pequenos (e menos pequenos) aceitem que é a diferença que dá beleza à vida.
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quinta-feira, março 29, 2012
Em família
A Biscoito
Diabbita-Minorca
A Bolacha
Diabba-Mamã
Mephista-Flor
Somos uma família infernalmente feliz. ]:-)
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sexta-feira, março 16, 2012
Cidade du Dragon - Porto
No fim de semana transacto estive no Porto, e não percebo, agora sempre que lá vou é uma correria, não tenho tempo para nada, nunca consigo estar com ninguém, nem telefonemas fiz para os amigos, para depois não me sentir culpada por não ter tempo de estar com eles. (os amigos com quem estive, foram eles que tiveram de se deslocar para virem ter comigo, obrigado Francisco & Família)
Fui, com o diabbo-marido (é tão nerd, cum escafandro) ao festival MAB (banda desenhada e não só), onde também fui no sábado.
Fiz um jantar para os amigos que também foram do sul ao mesmo evento (conseguimos estar 8 almas à mesa, numa caverna onde só cabem 3, e com esforço), correu bem. Comemos francesinha. Oh c’original. ]:-P pfpfpfrp.fp.fp.rprp.fr.r para vocês.
No Domingo de manhã fui com a diabbita-minorca numa viagem no tempo, e demos um saltinho ao Jurássico, não tiramos fotos porque, parece, os dinossauros (os que gostam de xixa) são atraídos pelos flashes, e podiam comer-nos. (a fila para aquisição dos bilhetes às 10h30 já era monstra)
O Porto estava pejado de turistas (pelos vistos ninguém os informou que o mundo está em crise), e também reparei que a oferta cultural na cidade está muito boa. Ballet, concertos, teatro, o festival MAB. E vi um dragão LINDOOOO em frente ao Teatro Rivoli, mas como passei de carro não consegui perceber qual era o evento/espectáculo a que se referia.
A próxima visita ao Porto não pode ter menos que 7 dias, e mesmo assim não sei se chega.
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sábado, março 03, 2012
O meu lado bom
AMOR SEM LIMITES
Quando a gente ama alguém de verdade
Esse amor não se esquece
O Tempo passa, tudo passa, mas no peito
O amor permanece
E qualquer minuto longe é demais
A saudade atormenta
Mas qualquer minuto perto é bom demais
O amor só aumenta
Vivo por ela
Ninguém duvida
Porque ela é tudo
Na minha vida
Eu nunca imaginei que houvesse no mundo
Um amor desse jeito
Do tipo que quando se tem não se sabe
Se cabe no peito
Mas eu posso dizer que sei o que é ter
Um amor de verdade
E um amor assim eu sei que é pra sempre
É pra eternidade
Vivo por ela
Ninguém duvida
Porque ela é tudo
Na minha vida
Quem ama não esquece quem ama
O amor é assim
Eu tenho esquecido de mim
Mas dela eu nunca me esqueço
Por ela esse amor infinito
O amor mais bonito
É assim nosso amor sem limite
O maior e mais forte que existe
Vivo por ela
Ninguém duvida
Porque ela é tudo
Na minha vida
Quem ama não esquece quem ama
O amor é assim
Eu tenho esquecido de mim
Mas dela eu nunca me esqueço
Por ela esse amor infinito
O amor mais bonito
É assim nosso amor sem limite
O maior e mais forte que existe
Vivo por ela
Ninguém duvida
Porque ela é tudo
Na minha vida
Parabéns meu amor maior. Amo-te muito.
Nota: A letra é de uma música cantada por Roberto Carlos. Acham foleiro? Temos pena... ou não.
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quarta-feira, fevereiro 22, 2012
Falsa garantia
Há, de há uns anos para cá, uma quase impossibilidade de comprar lâmpadas incandescentes (as ditas normais, transparentes, de 40w, 60w, 100w), porque as de agora é que são boas para o ambiente, gastam menos energia dando a mesma quantidade de iluminação, e têm uma média de "vida" de 8 anos. Isto é o que eles (e por "eles" entendam-se os fabricantes das tais lâmpadas economizadoras) dizem, mas...
1 - Não dão a mesma quantidade de iluminação, além disso até chegarem ao máximo de iluminação que conseguem dar, começam por uma luzinha mortiça parecendo que acendemos uma vela.
2 - Não estou convencida que gastem menos, pois até chegarem ao nível de iluminação pretendida têm de estar acesas muito mais tempo, quando, muitas das vezes, só precisamos de iluminação por 30 segundos. (lâmpada da despensa, por exemplo).
3 - Quanto à longa "vida" de 8 anos, é uma falsidade clamorosa, duram o mesmo tempo que as incandescentes (ou menos).
Mas "eles" garantem: se não durarem o tempo que dizem eles trocam a lâmpada. Só podem estar a brincar.
Quem é que guarda os talões de compra das lâmpadas por tantos anos? Eu não.
Mas, admitindo que há quem o faça, a lâmpada funde passados 1 ou 2 anos (ou menos), pegam nela, e no recibo de compra, e vão trocar. Ahahahahahahahah claro claro, ora tentem lá provar que a lâmpada fundida que levam, é a mesma que compraram e que diz respeito ao recibo que exibem orgulhosamente. Pois.
Compramos lâmpadas mais caras, não têm a duração que o fabricante diz, e não as trocam caso deixem de cumprir a sua função: acender.
Esta ideia dos fabricantes de lâmpadas, foi verdadeiramente brilhante.
1 - Não dão a mesma quantidade de iluminação, além disso até chegarem ao máximo de iluminação que conseguem dar, começam por uma luzinha mortiça parecendo que acendemos uma vela.
2 - Não estou convencida que gastem menos, pois até chegarem ao nível de iluminação pretendida têm de estar acesas muito mais tempo, quando, muitas das vezes, só precisamos de iluminação por 30 segundos. (lâmpada da despensa, por exemplo).
3 - Quanto à longa "vida" de 8 anos, é uma falsidade clamorosa, duram o mesmo tempo que as incandescentes (ou menos).
Mas "eles" garantem: se não durarem o tempo que dizem eles trocam a lâmpada. Só podem estar a brincar.
Quem é que guarda os talões de compra das lâmpadas por tantos anos? Eu não.
Mas, admitindo que há quem o faça, a lâmpada funde passados 1 ou 2 anos (ou menos), pegam nela, e no recibo de compra, e vão trocar. Ahahahahahahahah claro claro, ora tentem lá provar que a lâmpada fundida que levam, é a mesma que compraram e que diz respeito ao recibo que exibem orgulhosamente. Pois.
Compramos lâmpadas mais caras, não têm a duração que o fabricante diz, e não as trocam caso deixem de cumprir a sua função: acender.
Esta ideia dos fabricantes de lâmpadas, foi verdadeiramente brilhante.
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quarta-feira, fevereiro 22, 2012
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sexta-feira, fevereiro 17, 2012
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segunda-feira, fevereiro 13, 2012
Vaidade
Entregou-me este desenho, com um brilhozinho de vaidade nos olhos "podes por no computador mamã?", e eu que incho de vaidade sempre que penso na minha Diabbita-Minorca, e porque o desenho está lindo, faço-lhe a vontade. O desenho está no computador.
Estudou muito durante o fim-de-semana, hoje tem teste de Estudo do Meio, sabe a matéria de cor-e-salteado, mas às 7h30 da manhã estava sentada na cama a rever a matéria.
Tem 7 anos (quase 8, como faz questão de lembrar sempre que se fala na idade dela), espero que se mantenha assim quando crescer. Linda, responsável, doce, carinhosa, preocupada com tudo o que a rodeia, curiosa ]:-) ... mas vai ser namoradeira, acho. ]:-/
Estudou muito durante o fim-de-semana, hoje tem teste de Estudo do Meio, sabe a matéria de cor-e-salteado, mas às 7h30 da manhã estava sentada na cama a rever a matéria.
Tem 7 anos (quase 8, como faz questão de lembrar sempre que se fala na idade dela), espero que se mantenha assim quando crescer. Linda, responsável, doce, carinhosa, preocupada com tudo o que a rodeia, curiosa ]:-) ... mas vai ser namoradeira, acho. ]:-/
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diabbita-minorca
domingo, fevereiro 05, 2012
Vampiros vs Fadas
E como o meu gosto por vampiros é público e uma Amarela pediu, aqui está um dois em um, gosto de vampiros, mas também gosto de fadas. Há lá coisa melhor do que uma boa Phada?... é claro que não há. hihihihihi ]:-D
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conversa para deitar fora
sábado, janeiro 21, 2012
Dragão Alegre 1964
Personalidade
Este Dragão é fisicamente muito atraente (quem escreveu isto conhece-me, de certeza. hihihi) e tem um grande sentido de justiça. É muito amável (tenho dias) e compassivo, e não usa os seus talentos exclusivamente em proveito próprio.
Face à injustiça, pobreza ou crueldade reage com exaltação, como um verdadeiro Dragão.
Juventude
A sua juventude pode ter sido um período difícil e instável. Isto deve-se ao facto de este Dragão ter um enorme potencial não aproveitado, que lhe causou vários problemas (mas nunca com a Justiça, hihi). Talvez tendesse a ser demasiado impaciente e não se contivesse o suficiente (a sério?? ohhh ]:-D acho que ainda não me passou essa fase). Os seus sentimentos impetuosos e poderoso sentido do que está certo e errado irão levá-lo a assumir atitudes extremas, pondere as questões antes de agir e modere os seus ímpetos (o problema é saber parar no calor da refrega).
Lembre-se de que, para tirar o maior proveito possível da sua vida deve dar sempre a si próprio tempo suficiente para descobrir e desenvolver as suas forças e capacidades.
Características femininas
De vido à influência calma e apaziguadora da força Yin, a mulher Dragão Alegre será sempre carinhosa (também tenho dias) e um grande apoio para o seu companheiro.
Carreira e família
O Dragão Alegre pode viver duas vidas distintas (diabba-Jeckil/ diabba-Hyde). Tende a viver uma vida muito aberta no trabalho e no seu vasto círculo social, é também uma pessoa muito individualista, que protege excessivamente a sua família. Ser-lhe-á necessário desenvolver esta natureza dualista, pois encontra-se em domínio público a lutar ferozmente pelas questões em que acredita.
O seu mundo privado pode funcionar como um refúgio para recuperar as forças.
Relações
Quando procurar uma relação estável, é melhor escolher um parceiro que lhe ofereça muito apoio.
Perspectivas
Uma vez ultrapassadas as dificuldades da sua juventude, a vida tratá-lo-á bem. Sorte, sucesso, prosperidade e benefícios materiais bafejá-lo-ão a si e à sua família. Embora se envolva em diferentes áreas de actividade, elas não interferirão com o seu bem estar, a não ser que perca a noção da necessidade de descanso e lazer.
Confie no que o futuro lhe pode trazer. A sua sorte inata sugere que desfrutará o melhor da vida nos seus últimos anos.
quinta-feira, janeiro 12, 2012
Respeitar a mãe-natureza? Nãããa
Acho piada (mesmo) à malta que se entrega com fanatismo à prática do vegetarianismo, e ainda acho mais giros os radicais vegan.
E porquê? Porque são essa pessoas que mais falam na mãe natureza, no respeito pela mãe natureza, que tudo deve ser e ter o que a natureza mandou.
Minhas queridas eco-almas, a mamã natureza fê-los omnívoros. OMNÍVOROS!! Sabem o que isso é?
A mamã-natureza quis que, tal como os porcos (porcaria de comparação), os humanos comessem de tudo, porque tudo faz falta para que esse corpinho frágil se mantenha saudável. Equilíbrio, já ouviram falar?
Se a mãe-natureza vos fez assim, lá terá tido as suas razões, então por que raio de razão a não respeitam?
Passam a vida em passeatas, em defesa dos animais (e eu gosto muito de todos, alguns gosto vivos, outros gosto deles mortos), a gritarem que o homem não respeita a natureza (e não respeita, é ver o nível de poluição), e depois são vocês mesmos uma contradição, não respeitando a vossa natureza omnívora.
Comem só vegetais? Não querem fazer mal aos pobres animais, comendo-os?
Seguindo esse raciocínio, respeitem os vegetais, que lá por não terem boca, e não podermos ouvir os seus gritos lancinantes quando são cortados, não significa que não sofram horrores só para vos servir de alimento.
Respeitem a natureza, mas respeitem mesmo. Comecem a comer pedras.
Isso, ou transformem-se em porcos, de preferência javalis (são mais saborosos).
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Diabba
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quinta-feira, janeiro 12, 2012
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Eco-humanos
domingo, dezembro 25, 2011
2012
Ouvi dizer que este planeta mal frequentado vai desaparecer em 2012 (deve ser coisa em género ficção ciêntifica, somos atingidos por um raio-que-nos-parta, e ... puufffff, já fomos), então estou preocupadissima, eu e a Maphista Flor, nem conseguimos dormir, andamos uma pilha de nervos, uahhhh (bocejo), isto não pode ser, é o fim-do-mundo e ninguém nos diz como vai acontecer?? uahhhh (outro bocejo), no Inferno temos de nos... uahhh (outro) prevenir. Fazemos uma jangada? Compramos fatos anti-fogo? Investimos em aquecedores? zzzzz ronnnccc hãã??? ahhh como dizia, nem conseguimos dormir, como podem ver pela foto, o estado de "alerta absoluto" da Mephista Flor.
E agora vou ali meditar sobre o assunto, e vemos-nos no além... (ou então no próximo fim de semana).
zzzzzzzzzzzz ronnnnnkkkk (ronronando mode)
E agora vou ali meditar sobre o assunto, e vemos-nos no além... (ou então no próximo fim de semana).
zzzzzzzzzzzz ronnnnnkkkk (ronronando mode)
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terça-feira, dezembro 20, 2011
Feliz Solstício
Esta é uma época em que tradicionalmente as almas fazem (ou deveriam fazer) um balanço da sua curta vida (isto comparando com o tempo que vão passar mortos, são segundos), e prometem a si mesmas que vão melhorar em tudo. (até os mânfios prometem a si mesmos que vão planear, ao milímetro, o próximo golpe a aplicar numa alma incauta).
Espero que façam muitos planos.
Uma coisa é certa:
Se fizerem más sementeiras, e não cuidarem da horta, terão más colheitas.
Pensem nisso.
NOTA: A ilustração é obra da diabbita-minorca (a verdadeira artista)
]:-)
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terça-feira, dezembro 20, 2011
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Solstício
quarta-feira, dezembro 14, 2011
É o que temos...
E se pensam que isto não está nos autos de notícia, inquirição de arguidos, queixas apresentadas, despachos judiciais... é porque nunca tiveram nenhuma destas coisas na mão, eu já. ]:-D
"- A GNR participa acidente e explica que “naquele local o asfalto da estrada era de terra batida”.
- O gatuno era "herdeiro e vozeiro naquele tipo de condutas”.
- Auto de notícia em que se diz que a ofendida foi encontrada em "lã-jeri".
- O arguido era "de raça nómada".
- O arguido resolve acabar o seu requerimento de uma forma cordial: " Pede deferimento" e logo a seguir ... "As minhas sinceras condolências".
- “O denunciado proferiu vários impropérios na Língua de Camões e também em língua francesa”
-“O individuo trazia o produto estupefaciente junto do órgão genital masculino vulgo pénis”
- Diligência de inquérito: “Solicite à PSP que, em 48h, diligencie por identificar o denunciado que se sabe ter cerca de 16 anos e usar boné”
- Quem comete o crime de "borla" é um "borlista" profissional.
- Auto de denúncia: "enquanto proferiam tais ameaças permitiam-se ainda chamar nomes ofensivos tais como "puta, vaca, jornalista, advogada, ladra, que era boa era para ir para a Ordem dos Advogados". (gosto particularmente desta. hihihihihi).
- Um arguido antes de bater no ofendido atirou-lhe com uma caixa em plástico, "nomeadamente um tampa-roer".
- “O arguido atirou um paralelo-ipípado”.
- "O arguido trazia uma techerte azul às riscas".
- "Os meliantes colocaram-se em fuga, ao volante de uma Picap"
- Na sequência de uma queixa por crime de furto de um veículo a GNR informa que recuperou a dita viatura no entanto a mesma vinha cheia de moças.
- Caso de uma averiguação de causa de morte em que foi determinada a "autópsia parcial" do cadáver.
- Auto de notícia em que a GNR denuncia o furto de 24 galinhas das quais uma era galo.
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quarta-feira, dezembro 14, 2011
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Justiça pra que te quero
terça-feira, novembro 29, 2011
Presentes de Solstício de Inverno
Este ano os presentes de Solstício de Inverno estão despachados. Não vou comprar nada. Não vou fazer parte daqueles que vão gastar mais de 500€ em presentes (ainda gostava de saber como são feitas estas médias, tendo em conta que, a maioria dos portugueses, nem 500€/mês ganha).
E se todos fizessem o mesmo? Façam os vossos próprios presentes, têm outro significado, ou então, e já que vão comprar, porque não oferecem coisas realmente boas, em vez de inutilidades?
Tenho uma amiga que faz compotas, são deliciosas, feitas com bons produtos, e com preços muito em conta. Juntam o muito bom ao barato. (coisa difícil nos dias que correm).
O Inferno recomenda as compotas de http://obichofazcompotas.blogspot.com/ e, garanto, o bicho só entra nisto para as fazer, porque as frutas... essas são sem bicho. ]:-)
Quanto às vitim... cof cof cof aos amigos que terão direito a presente... espero que gostem de biscoitos.
]:-D
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terça-feira, novembro 29, 2011
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Solstício de Inverno
segunda-feira, novembro 14, 2011
Real steel - Puro aço
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Filmes maus
terça-feira, novembro 08, 2011
Perdão
"Perdão" é uma palavra com a qual tenho dificuldade em lidar, esta e a “desculpa”, há coisas que não se pedem, evitam-se.
Tenho uma memória selectiva, há coisas que se passaram na minha vida que simplesmente esqueci, apaguei, porque não foram importantes (as coisas) ou porque quem as praticou (as almas) também não foram importantes.
Todavia, e aqui parece uma contradição, tenho extrema dificuldade em perdoar (se é que algum dia perdoo) em lidar com traição, e deslealdade, vinda de alguém que eu ame realmente.
Existem almas com quem deixei de lidar há anos, porque me traíram, porque foram desleais, e eu, quando penso nelas, passados que são séculos sobre os factos, continuo a sentir mágoa, continuo a sentir-me traída, continuo a achar que não mereci a deslealdade. E são essas, aquelas a quem não perdoo, que eu sinto que gostei verdadeiramente delas, porque por muito esforço que faça não as consigo apagar da minha memória.
Há factos que me assaltam muitas vezes, que eu tento esquecer, mas que estão ali, quase todos os dias a piscar-me o olho e a dizer-me “eu traí-te”, é por isso que eu não perdoo, porque me lembro das traições, todos os dias.
Alguém tem um comprimido para apagar a memória?
Tenho uma memória selectiva, há coisas que se passaram na minha vida que simplesmente esqueci, apaguei, porque não foram importantes (as coisas) ou porque quem as praticou (as almas) também não foram importantes.
Todavia, e aqui parece uma contradição, tenho extrema dificuldade em perdoar (se é que algum dia perdoo) em lidar com traição, e deslealdade, vinda de alguém que eu ame realmente.
Existem almas com quem deixei de lidar há anos, porque me traíram, porque foram desleais, e eu, quando penso nelas, passados que são séculos sobre os factos, continuo a sentir mágoa, continuo a sentir-me traída, continuo a achar que não mereci a deslealdade. E são essas, aquelas a quem não perdoo, que eu sinto que gostei verdadeiramente delas, porque por muito esforço que faça não as consigo apagar da minha memória.
Há factos que me assaltam muitas vezes, que eu tento esquecer, mas que estão ali, quase todos os dias a piscar-me o olho e a dizer-me “eu traí-te”, é por isso que eu não perdoo, porque me lembro das traições, todos os dias.
Alguém tem um comprimido para apagar a memória?
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terça-feira, novembro 08, 2011
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Eu
sexta-feira, novembro 04, 2011
Serão?
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sexta-feira, novembro 04, 2011
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