E foi um ver-se-te-avias, em dois dias eliminei a cor salmão forte, e substituí-a por este magnífico lilás-borboleta (!!! borboleta?!?), transmite-me calma e tranquilidade, o que, após um dia na caverna-laboral, e depois aturar os escravos domésticos, convenhamos que o lilás-borboleta devia vir acompanhado dum massagista alto, giro, espadaúdo, bronzeado, bem-cheiroso... (shiuuu diabbo-marido, tu mereces estes devaneios, não pintaste, pois não??)
Saiu assim:
Cum catano, o trabalho dos pintores de paredes merece-me muito mais respeito do que aquele que já merecia. Aquilo faz suar, ali a dar ao rolo... mas ficou bem catita, não ficou?
Depois entusiasmei-te, e foi aí que apareceu a obra da mestre (presunção e água-pé, cada um toma a que quer!)
Esta obra:
E não me venham com a conversa "ah e tal, pois... isso qualquer um faz" sim sim... algum de vocês, suas almas depenadas, tem uma coisas parecida com esta em casa?? Não pois não? Então calem-se!