http://www.wook.pt/ficha/conversa-de-elefantes/a/id/11556567 (imagem retirada do site da Wook)
http://richardcamara.blogspot.pt/2011/02/trabalhar-no-working-on.html (imagem retirada do blog do próprio Richard Câmara)
Este livro, para crianças, é livro recomendado pelo famigerado
PNL (plano nacional de leitura) – aquela entidade que recomendou um livro da
escritora Alice Vieira, para adultos, a crianças do 2º ano, pelos vistos sem o
ter lido antes – e este “conversa de elefantes” parece ter sido objecto da
mesma falta de leitura.
Não, o livro não é para adultos, é mesmo para crianças, mas…
estando como livro recomendado não deveriam ter verificado se tudo o que lá
está escrito ensina algo às crianças, ou, pelo contrário as “desensina”?
Na página 17 do tal livro consta o seguinte: “O elefante
carrancudo deu um urro muito forte.”
Oh meus amigos, senhores iluminados do PNL, os elefantes urram?
Têm a certeza?
É que, ao que eu sei, os elefantes BRAMEM, isso mesmo, os
elefantes bramem, e se é um livro para crianças, além de lhes ensinarmos
palavras novas, não as devemos induzir em erro.
E os desenhos?? Oh valha-me a Cãocorrência, mas o que é que é
aquilo?? Os elefantes têm dentes como os humanos? Onde param as presas que
tanto os caracterizam?
E a tromba? Atentem na capa do livro, vejam a diferença entre a
tromba do elefante azul e a tromba do elefante cinzento.
A historinha, para crianças até é aceitável (excepto o tal “urro”),
nada de especial, mas aceitável. Os desenhos… se querem colocar desenhos como
se fosse uma criança a fazê-los, ponham MESMO uma criança a fazê-los. Tenho a
certeza que os elefantes teriam, pelo menos presas.
Não faço scan de nenhuma folha do livro (tem lá um elefante a
cagar – literalmente – só porque sim) porque os direitos de autor são demasiado
apertados e não quero de forma alguma ferir tais direitos (que até me impedem
de emprestar o livro) ]:-| , portanto as imagens que apresento foram tiradas da
net, do site da Wook, e o storyboard foi retirado do blog do desenhador que
ilustrou este livro que eu NÃO RECOMENDO – Richard Câmara.























